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Empress Effects REVERB

Descrição

O essencial sobre o pedal Empress Effects Reverb

  • Reverb estéreo "studio" ultra versátil: espaços realistas (hall, room, plate, spring) a texturas experimentais (Ghost, Lo-fi, Reverse, Beer), sem menus complicados.
  • Presets e recall instantâneo: até 35 presets programáveis e duas lógicas de navegação (Bank ou Scroll) pensadas para o live.
  • Conectividade e controle avançados: entradas/saídas estéreo, MIDI, e Universal Control Port para pedal de expressão, tap externo, CV ou entrada de áudio externa via Jack 6.35mm.
  • Caminho do sinal cuidado: sinal dry analógico preservado e relação sinal/ruído superior a 104 dB para reverbs limpas, mesmo em alto ganho.

Uma reverb "workstation" assinada pela Empress: a tradição do som de estúdio no formato pedal

Com a Reverb, a Empress Effects quis colocar uma verdadeira unidade de reverberação de qualidade de estúdio ao alcance do pé: um pedal rápido de ajustar, mas capaz de ir muito longe ao ativar presets, tap e controle externo. O conceito baseia-se em 12 famílias de efeitos (Hall, Plate, Spring, Room, etc.) declinadas em variações, e sobretudo numa plataforma evolutiva: novos algoritmos podem ser adicionados via cartão SD ao longo das atualizações.

Importante notar: o pedal continuou evoluindo, e a Empress anuncia 32 algoritmos no firmware 6.0 (e "counting"), mantendo a abordagem simples: cada modo continua controlável por controles frontais, sem navegação trabalhosa.

Para quem? Do guitarrista "plug-and-play" ao sound designer de pedalboard

A Empress Reverb é para todos que querem um pedal de reverb estéreo capaz de cobrir um set inteiro: do slapback sutil ao estilo estúdio até camadas infinitas ambient. No blues, pop, rock e indie, traz profundidade e largura sem afogar o ataque; no post-rock, shoegaze e ambient, torna-se um verdadeiro instrumento graças aos modos Swell, Reverse, Ghost ou Sparkle.

No palco, os presets e os dois modos de navegação (Bank/Scroll) facilitam as mudanças de som entre verso, refrão e solo. No home studio, o estéreo e os ajustes de EQ (Low/Hi) ajudam a posicionar a reverb na mixagem, enquanto as funções de tap (dependendo dos algoritmos) simplificam o ajuste rítmico em partes mais modernas.

Controles, modos e conectividade: muita profundidade, sem tela

A ergonomia é pensada para rapidez: você ajusta Decay, Mix e Output como numa unidade de estúdio, depois esculpe a cor via Low e Hi. Os potenciômetros Thing 1 e Thing 2 mudam de função conforme o modo (por exemplo modulação, sujeira, difusão, tamanho, etc.), o que oferece grande amplitude de personalização mantendo um painel frontal legível.

O pedal oferece categorias claramente musicais: Hall/Plate/Spring/Room para espaços realistas, Sparkle para ambientes mais "shimmer", Modulation para engrossar e ampliar, Ambient Swell para ataques suavizados, Delay + Reverb para texturas anos 80 e modernas, e modos mais radicais (Reverse, Ghost, Lo-fi). E quando quiser sair do convencional, o modo Beer é justamente para algoritmos "fora de categoria".

No quesito integração em pedalboard, está tudo lá: True Bypass ou Buffered Bypass (prático para preservar trails), MIDI via porta de controle, e o Universal Control Port para centralizar expressão, tap externo, control voltage, entrada de áudio externa ou controle MIDI via Jack 6.35mm.

A sonoridade

O caráter sonoro da Empress Reverb destaca-se por uma definição muito "studio": o agudo permanece claro, as caudas de reverb são densas e limpas, e o resultado estéreo rapidamente dá uma sensação de espaço "3D". Graças ao sinal dry analógico, o ataque e a dinâmica do seu toque permanecem intactos: você adiciona ar ao redor da nota em vez de "borrar" o som base.

Ela se destaca tanto em reverb discreta (room curta, plate fina) quanto em grandes formatos cinematográficos (hall longo, swell, reverse). Os modos mais criativos (Ghost, Lo-fi, Beer) trazem texturas orgânicas, perfeitas para intros atmosféricas, interlúdios, ou para transformar uma guitarra em pad. Entre os artistas, a Reverb está associada a músicos e produtores de universos variados, incluindo Andrew Huang, Justin Meldal-Johnsen, Kid Koala, Donna Grantis e Blair Dunlop.

Características técnicas

Tipo de efeito

  • Pedal de reverb digital
  • Funcionamento estéreo

Algoritmos e modos

  • 12 modos: Hall, Plate, Spring, Room, Sparkle, Modulation, Ambient Swell, Delay + Reverb, Reverse, Ghost, Lo-fi, Beer
  • Algoritmos com variações (exemplos: Vintage e Studio Plate, Dark e Bright Springs)
  • 32 algoritmos anunciados no firmware 6.0
  • Atualizações e adição de algoritmos via cartão SD

Ajustes e interface

  • Potenciômetros: Decay, Mix, Output, Low, Hi, Thing 1, Thing 2
  • Seletor de modo (Switch Mode)
  • Funções Tap (dependendo dos algoritmos, tap de tempo de delay possível)

Presets

  • 35 presets programáveis
  • 2 modos de navegação: Bank ou Scroll

Bypass e caminho do sinal

  • True Bypass ou Buffered Bypass (possibilidade de trails em buffer)
  • Caminho dry analógico
  • Relação sinal/ruído superior a 104 dB ([empresseffects.com](https://empresseffects
Referência marca: EMPREV
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Valentin

consultor de Ampli. e efeitos

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